Segunda-feira, Junho 30, 2008

Pudim de leite, ou "banho-maria"

Ativei o Webalizer no meu site, e por incrível que pareça, uma das páginas com mais hits é uma receita de tapioca elaborada a partir de polvilho doce. Assim, já que a galera gosta mesmo é de comer, segue mais uma receitinha: pudim de leite, ou "banho-maria" como alguns do Sul costumam chamar.

Os únicos ingredientes são: açúcar, leite condensado, leite e ovos. Dos quais um é redundante pois leite condensado é leite com açúcar cozido até engrossar. É incrível como uma coisa tão gostosa possa ser elaborada a partir de ingredientes tão ordinariamente disponíveis. Na verdade, se analisarmos a receita da maioria dos alimentos, uns 30 ingredientes no máximo cobrem 99% das receitas.

COMO PREPARAR

O implemento ideal é uma panela+fôrma de banho-maria vendida como um conjunto, embora aqui nós improvisemos com uma fôrma de bolo (daquelas redondas com um calombo no meio, bem daquelas pra fazer bolo de pobre) e uma panela grande que conterá a água. O fogo esquenta a água e a água fornece o calor do cozimento, daí o nome "banho-maria" que alguns dão ao pudim. A água como meio de transmissão do calor garante que a temperatura de cozimento nunca vai passar de 100 graus.

Coloque cinco colheres de sopa cheias de açúcar na fôrma e leve DIRETAMENTE ao fogo para formar uma calda de caramelo. O ponto é preferência pessoal. Pessoalmente, gosto a calda muito escura, com gosto de queimado mesmo, e este ponto é atingido quando a cada começa a espumar. Quem prefere calda mais clara pode adicionar 1 ou 2 colheres de sopa de água para o açúcar dissolver a temperatura mais baixa. Uma vez formada a calda, tire do fogo e reserve.

Num liquidificador, misture os seguintes ingredientes: uma lata de leite condensado, 2 medidas adicionais de leite (use a lata vazia como media), e 4 a 6 ovos inteiros. Bata apenas para misturar (coisa de meio minuto), despeje na fôrma com a calda de caramelo, e coloque a fôrma dentro da panela com água aquecida. Deixe o pudim cozinhando por 40 minutos.

Quanto mais ovos, mais consistente e com mais gosto de ovo fica. Com 4 ovos o gosto e a textura ficaram incríveis, porém fica impossível desenformar sem quebrar tudo, só ficou firme uma vez gelado (e amorfo). Com 6 ovos, o pudim de leite da foto endureceu logo e desenformou facilmente.

Eu particularmente gosto de adicionar ainda um pouco de açúcar de baunilha, mas a Ana não gosta, então fica de fora aqui. Alguns gostam do pudim de leite ainda mais doce e adicionam açúcar normal à mistura, mas quem faz isso deveria procurar um endocrinologista porque já fica doce o suficiente sem isso :)

VERSÃO SOVINA DO PUDIM DE LEITE

Como o leite condensado é nada mais que leite e açúcar na mesma proporção em volume, pode-se substituir a lata de leite condensado por 1 medida de leite e 1 medida de açúcar. Como a mistura vai ficar um pouco mais diluída, é aconselhável usar 6 ovos.

Pessoalmente, acho que o leite condensado deixa o pudim com consistência mais lisa, mas tem gente que consegue fazer o pudim bem liso sem usar leite condensado. Não sei o segredo.

Projeto de lei contra homofobia

Semana passada deu o que falar o tal projeto de lei que tipifica o crime de homofobia. Há várias semanas, o pastor Silas Malafaia e outros têm feito uma campanha contra o tal projeto de lei, alegando que ele vai cercear as liberdades de expressão e opinião.

Na última sexta-feira, o Espaço Público da TV Brasil trouxe um deputado pastor evangélico (um tal de Rodovalho) e um representante de associação foobar de LGBT (essa nova sigla ficou mais fácil de lembrar para mim, porque é análoga a IGBT, um tipo de transistor utilizado em locomotivas elétricas).

Bem, foi patético. Nem um nem outro conseguiu defender de forma coerente o seu ponto de vista. O deputado foi especialmente decepcionante porque, sendo deputado, deveria ter preparado-se melhor. Ele socou-se num canto, dizendo que "crime de injúria já é previsto na lei" e dali ele não saiu mais, sendo que existe crime específico para racismo, que também caberia debaixo do guarda-chuva da injúria, e ele não soube explicar porquê.

A bola ficou quicando na área, sem goleiro... e o LGBT também perdeu a oportunidade de fazer aquele golaço. Ficou tergiversando sobre os direitos dos gays desde a Pré-História e nem mesmo instado pelos jornalistas tratou de estabelecer o paralelo com a lei anti-racismo.

Bem, temos aqui um caso interessante. Vamos analisar a validade deste projeto de lei.

1. Em tese, os crimes de homofobia enquadram-se mesmo no crime de injúria e/ou agressão.

2. No entanto, o mesmo vale para os crimes de racismo. O crime de racismo tem tipificação especial e penas mais severas porque o legislador percebe este TIPO de injúria como mais grave, dado todo o histórico de discriminação contra o negro etc.

3. Note-se também que as penas dos crimes de injúria e agressão são notoriamente brandas no Brasil.

4. Considerando que o grosso da sociedade aceita a lei anti-racismo como válida -- pois é necessário um tratamento mais severo contra certos tipos de injúria, inclusive como fator de reeducação -- o projeto de lei que tipifica o crime de homofobia também pode ser válido, pois é perfeitamente admissível que este e outros tipos específicos de injúria sejam punidos com mais rigor.

5. Não procedem certos argumentos dos evangélicos como "esta lei vai permitir pedofilia porque ningúem vai poder contestar a preferência sexual do pedófilo". É muito diferente, porque o pedófilo é perpetrante, não vítima; e já existe previsão no Código Penal (e no ECA) para o crime de pedofilia.

6. O que -- talvez -- esta lei provoque é uma discussão judicial de conflitos do direito do gay contra o direito de livre associação de outras pessoas. Nos EUA, houve o famoso caso onde os gays processaram o Movimento Escoteiro, pois este não aceita gays por lá. A Suprema Corte decidiu em favor dos escoteiros pois é lícito um clube privado selecionar seus membros por quaisquer critérios, por mais estapafúrdios ou exóticos que sejam. O mesmo quanto a aceitação de gays em igrejas etc. etc.

7. Outro objeto certo de contestação são as penas previstas na lei, que podem ser maiores para uma ofensa homofóbica do que para o homicídio. Algo semelhante acontece no novo Código de Trânsito; não sei como os juízes têm lidado com isso.

Especificamente para quem mata uma pessoa dirigindo um automóvel de forma perigosa, é perfeitamente aceitável que a pena seja maior que o homicídio simples, pois há o dolo eventual (o motorista "não estava nem aí" se alguém morresse) e o agravante da responsabilidade. Como juiz, eu pensaria assim.

Temos também alguns fatores extra-jurídicos na jogada. Um promotor presente no Espaço Público mencionou que "toda minoria quer ter uma lei para chamar de sua". Isto é verdade; corremos o risco de entupir ainda mais nosso ordenamento jurídico que quisermos segregar cada subtipo de injúria ou agressão sob uma lei diferente. Emplacar uma lei específica é vista como uma "vitória" pelas minorias, mas na prática isso não resolve nada.

Outra possível discussão é se os direitos dos gays são tão merecedores de proteção especial quanto os crimes de racismo; ou mesmo se uma lei para isso teria qualquer eficácia. Eu não conheço o problema de perto, portanto não tenho a mínima idéia de uma resposta. Discriminação racial eu já vi acontecer na minha frente, não foi nada agradável, mas infelizmente nem mesmo a atual lei anti-racismo resolveria o caso, pois o governo ainda não pode ler a mente das pessoas. Entra o fator "caráter educativo" da lei anti-racismo, sobre o qual poderíamos escrever um livro inteiro e ainda não chegar a uma conclusão :)

Ampliando o raciocínio, todos os demais direitos deveriam ser objeto da mesma proteção, não apenas os chamados "direitos humanos". Se alguém rouba seu dinheiro na rua, seu direito humano foi desrespeitado, afinal o direito à propriedade também pode ser considerado direito humano. É perfeitamente possível que aquele dinheiro roubado fosse tudo que a pessoa tivesse para alimentar-se durante um mês.

Mas, se um emprego é negado a um negro ou a um gay, ele não terá dinheiro. Assim, ele incorre em dois riscos: não ter emprego, e ainda por cima ser roubado. Olhando por esse aspecto, a tutela legal específica para minorias faz novamente sentido.

Pessoalmente, espero que o direito à opinião e livre associação continuem tendo prioridade maior no ordenamento jurídico.

Por exemplo, eu não ficaria feliz se meu filho fosse gay. Não deixaria de ser meu filho, mas jamais aceitaria por exemplo que ele trouxesse o "genro" para visitar os "sogros". Eles lá, eu aqui. Este é meu direito de desgostar de alguma coisa -- e manifestar esta preferência num blog -- assim como eu nunca pintaria minha casa de laranja já que gosto de verde. Resta saber se este tipo de limite vai ser respeitado.

Finalmente, o nome popular do crime -- homofobia -- é infeliz pois induz à confusão de conceitos. Uma coisa é alguém não gostar ou ter medo de determinada coisa (fobia); outra é ter ódio daquela mesma coisa; e ainda outra é cometer um crime baseado na fobia ou no ódio. (Nos EUA, o "crime de ódio" tem tipificação penal especial.) Mas confusão semelhante já acontece em outras tipificações, como no caso da pedofilia, que é uma parafilia (ou doença) e não um crime "per se" (e ainda propositadamente confundida com efebofilia).

E agora, os comments inflamados :)

Domingo, Junho 29, 2008

Obama e outros incentivam estudantes a entrar no serviço público

Nos últimos dias, tanto o Obama quanto o McCain deram palestras a estudantes e incentivaram-nos a procurar profissões construtivas, em particular no serviço público, ao invés de irem direto trabalhar em Wall Street em busca da erva graúda.

Primeiro, uma nota para esclarecer que o serviço público dos EUA é muito diferente do Brasil, tanto em termos relativos quanto absolutos. No Brasil, emprego público é o ápice da carreira de muita gente, pois tem estabilidade e paga muito melhor que o setor privado. Nos EUA, costuma ser um lugar para estagiar e aprender, para depois alçar uma posição que paga mais no setor privado. Muitos cargos como xerife e juiz são preenchidos por eleição, e tendem a ser preencidos por advogados em fim de carreira, como uma forma de "devolver" algo à comunidade. E se não fizer um bom trabalho, é votado fora.

Assim, buscar uma carreira no serviço público nos EUA significa aceitar um salário relativamente baixo. Seria o equivalente local de ser professor -- já que neste país tropical tem office-boy da Justiça ganhando 12 mil reais por mês enquanto há professores que ainda não ganham salário mínimo.

O núcleo da mensagem que ambos os postulantes ao lugar do George Arbusto queriam passar, é que os jovens deveriam procurar profissões honradas e úteis à sociedade. Mas, se acreditamos (eu e esses dois) no mercado que se auto-regula... que história é essa de tentar atrair pessoas para "boas profissões" só na base da lábia?

Se um estudante recém-formado tem duas oportunidades A e B, sendo que B paga mais e continuará pagando mais por todo o futuro imaginável, é simplesmente inimaginável que alguém escolheria A. Ok, talvez haja um maluco entre 50 que o faça, mas a tendência é todo mundo ir para B. E isso é perfeitamente normal, e até moral, assumindo-se que as profissões A e B não sejam ilegais.

O resultado prático é o que estamos vendo aí: engenheiros indo trabalhar ou como analistas financeiros, ou como office-boys da Justiça, porque ambas as opções pagam quatro vezes mais do que efetivamente exercer a engenharia. Se a sociedade precisa dos engenheiros trabalhando como engenheiros, que ofereça melhores salários.

Aí vem o problema das empresas e pessoas quererem continuar pagando os mesmos salários e os mesmos preços. No entanto, o petróleo custava US$ 10 o barril nos anos 90, e agora custa US$ 140, e as pessoas pagam e adaptam-se. Ninguém morreu por causa disso. Não vejo porque a lei de mercado não possa valer para mão-de-obra em geral. Mas é aquela história: mercado livre no traseiro dos outros é refresco.

É lamentável ver o livro "Pai rico, pai pobre", que essencialmente chama os trabalhadores convencionais de otários, vender tanto? Sem dúvida. Mas é conseqüência do estado de coisas. Não é com boas palavras que vamos convencer os excepcionais positivos da nossa sociedade a trabalhar em profissões "nobres". É com erva, é pagando mais e tributando menos o trabalho.

UPDATE: parece que além dos candidatos mais um cidadão está pregando a mesma idéia. Vide http://noticias.terra.com.br/educacao/interna/0,,OI2973599-EI8266,00.html.

Sábado, Junho 28, 2008

Felix, primeiro e único

Agora o Felix está com 3 meses e meio. É engraçado como ele já gosta de estar no meu escritório e cobiça os objetos, em particular as miniaturas de trens (talvez por serem vermelhas). Tem consideravelmente mais graça agora que ele sorri e balbucia.

Pelo menos até agora tudo tem sido tudo muito tranquilo, ele não ficou doente ou indisposto nenhuma vez apesar do frio, e as latas de Nestogeno vão esvaziando uma após a outra. Depois dizem que criança nascida de cesariana e que não é amamentada até os 10 anos vive doente... Parto normal e bico do seio rachado na mulher dos outros é refresco :)

Naturalmente, ter um filho é muito absorvente. A Ana gasta uma parte muito grande das horas úteis com ele, e sobra pouco tempo para as demais tarefas da casa. Um amigo meu do Recife tem duas empregadas em casa, uma babá e uma empregada "normal", o que era motivo de gozação ("você tem departamento de RH na sua casa também?") mas hoje eu compreendo perfeitamente a situação.

Por conta disso, não pretendemos ter mais que um filho. A vasectomia está marcada para o dia 4 próximo. É uma das poucas decisões em que eu e a Ana estamos 100% de acordo.

Todo mundo do meu círculo de relações tem criticado esta nossa decisão, mas como nenhuma dessas pessoas ainda me ofereceu um dote de um milhão para financiar a criação de outros filhos, creio que não há outros "stakeholders" que não nós dois.

Quase todas as razões que me apresentaram para ter mais de um filho, eu considero totalmente inválidas. "E se o Felix morrer?" -- isso me lembra o gerente do banco querendo me vender plano de previdência "para o caso de você morrer". Outra é "que filho único fica mimado" -- como se não houvesse filhos mimados em proles numerosas (o que é pior ainda, pois significa que um filho foi mais bem tratado que os demais). "Ter dois ou mais filhos é mais divertido" (para mim a paternidade é em primeiro lugar uma esmagadora responsabilidade; a diversão está num distante segundo lugar).

A única pessoa que apresentou uma razão menos má para eu ter mais de um filho foi meu amigo Osvaldo Santana: que pessoas com boas condições sócio-econômico-culturais deveriam procurar ter mais filhos, pois assim entregamos o futuro do mundo (e o da nossa Previdência!) a um público melhor. Deixar o grosso da demografia a cargo dos pobres e desequilibrados pode significar um futuro funesto.

Mesmo considerando correto este raciocínio, acho que já faço a minha parte não sendo um "Dink" (double income, no kids). O mundo moderno já impõe um handicap pesado a quem decide formar família, então que seja uma família pequena.

Sexta-feira, Junho 27, 2008

O Aprendiz

Ontem foi a final do Aprendiz 5. Achei engraçada e inoportuna a pergunta que o Justus fez a um dos finalistas: "Você já tem 36 anos, você não acha que já poderia ter realizado mais na sua vida?".

Imediatamente passou pela minha cabeça a resposta: "Se eu fosse um vencedor, nunca participaria deste teu reality show!". Juro que vi a resposta passar pelo rosto do cara, mas naturalmente ele não falou, porque 2 milhões são 2 milhões.

Sábado, Junho 21, 2008

Aula de marketing ao contrário

Esses dias eu mencionei no blog a aula de marketing que tive numa loja de roupas para bebê. Pois bem, agora vamos ver um exemplo de como NÃO vender um serviço.

O gerente do meu banco ligou-me para oferecer plano de previdência. Eu tenho uma certa bronca contra planos de previdência, sejam públicos ou privados, porque ninguém faz milagre; o rendimento conseguido pelos planos é obtenível em fundos de investimento. A única grande vantagem desses planos é tributária, e mesmo esta é discutível. Não gosto de pagar impostos, ninguém gosta, mas cortar o rabo do cachorro em fatias dói mais que cortar de uma vez. Prefiro pagar logo meu Imposto de Renda, receber pouca ou nenhuma restituição e nunca mais ter de pensar no caso.

No fundo, bancos e seguradoras querem vender planos de previdências porque recebem à vista uma "taxa de carregamento", de 3% a 5% na bucha, mais taxa anual de administração. Por tudo isso, tais planos não me agradam, embora eu esteja cogitando pagar um plano para o Felix, já que sairia baratinho.

Mas enfim, o gerente citou diversas razões pelas quais eu deveria investir num plano de previdência, na maioria corretas, que talvez me fizessem repensar no assunto. Até que ele saiu-se com esta pérola (naturalmente não com as mesmas palavras):

"Se você morrer sem ter plano de previdência, o inventário vai demorar três anos e sua família passará fome."

Razão interessante para escolher um investimento que engessa o dinheiro... Sobre isto eu tenho algumas opiniões discordantes:

1) Se eu morrer, quero mais é que o mar pegue fogo para eu comer peixe frito. Nem que eu fosse septuagenário eu escolheria um investimento em função da comodidade dos herdeiros. Provavelmente eu faria até o contrário :) Se o Félix com 40 anos ainda não tiver conhecido o sucesso, vai ficar conhecendo o Bolsa-Família e o vale-gás, muito antes do meu espólio.

2) Não sei de onde o sujeito tirou que um inventário demora 3 anos, se hoje em dia ele pode até ser feito em cartório. Meu cunhado teve um inventário problemático e mesmo assim saiu em 3 meses.

Talvez aconteça se os herdeiros resolverem brigar entre si até a morte, como acontece nesses casos que saem na imprensa, com inventários que estão rolando há 20 anos. Mas isto só acontece quando há muito dinheiro na jogada (não é nem de longe o meu caso). E herdeiros que brigam por herança merecem mesmo passar fome.

3) Para que existe seguro de vida? No meu caso, o seguro que meu empregador paga "vale" muito, muito mais do que o pouco que possuo sobre a terra. É capaz até de ser um bom negócio pra minha família :)

4) Ainda há a velha e boa previdência pública, que paga pouco, mas paga com certeza. Refiro-me à pensão por morte paga à viúva. INSS paga até pensão para mulher de presidiário (auxílio-reclusão, se não me falha a memória).

Eu sei que muito do que se vende à classe média 1.0 é através da exploração dos seus medos, mas tal argumento "post-mortem" pareceu exagerado até para o padrão CM10. Não concebo que qualquer outra pessoa não ficasse ofendida com isto.

Sexta-feira, Junho 06, 2008

Teclado novo

Acabo de receber este presentinho da esposa, um teclado camuflado. E é ABNT, o que ajuda a programar em Python, com todas aquelas aspas simples...

Para os stalkers, a tela mostra o canal #d00dz. Aproveitem a chance de ver o que os d00dzers falam!